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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

SERÁS MENOS DEPENDENTE DO AMANHÃ SE TE LANÇARES AO PRESENTE* (Sêneca)

O filósofo romano Sêneca (4 a.C), foi uma das pessoas mais ricas de Roma, estadista famoso e conselheiro do imperador. Sêneca teve que negociar, persuadir e planejar seu caminho pela vida. Ao invés de filosofar da segurança da cátedra de uma universidade, ele teve que lidar constantemente com pessoas não cooperativas e poderosas e enfrentar o desastre, o exílio, a saúde frágil e a condenação à morte. Sêneca correu riscos e teve grandes feitos (Wikipédia).
Não há como ler suas obras e não ficar surpreso pela inexistência de “prazo de validade”. Mesmo tendo se passado quase dois mil anos, muito do que ele escreveu permanece de uma atualidade incrível! Em sua obra “Aprendendo a viver”, já no primeiro capítulo nos chama a atenção sobre como tratamos (mal) do tempo perdido, principalmente aquele colocado fora por negligência. Escreve assim ao amigo Lucílio... “Se pensares bem, passamos grande parte da vida agindo mal, a maior parte do tempo sem fazer nada, ou fazendo algo diferente do que se deveria fazer.” Não nos parece atual?
Então seu conselho para bem aproveitarmos todas as horas – que está no título deste texto – é um chamamento a vivermos o presente, o aqui agora tanto insistido por algumas tradições filosóficas e pela própria coerência de que a vida, como um rio, segue seu curso. Para mim a mensagem mais forte deste capítulo é quando o filósofo nos diz que as pessoas têm consciência de quando contraem uma dívida e de que necessitam pagá-la, porém, não se dão conta quando tomam inconvenientemente o tempo dos outros, tempo tomado e que jamais poderão devolvê-lo. Ficam em dívida e geram prejuízos.
O que estamos fazendo no cotidiano merece ser analisado com muita consideração. Frequentemente ouvimos de amigos ou familiares manifestações de planos para o futuro, mas, no entanto, nenhuma ação que já poderia estar ocorrendo marca o presente. Quando eu me aposentar, quando eu tiver tempo ou dinheiro, servem apenas de desculpas para as não realizações do presente! Muitas pessoas vivem seus dias exatamente como na expressão “correndo atrás”: sempre tendo de dar conta de tarefas, obrigações e exigências que deixaram para depois, pois não as realizaram quando deveriam ter feito. Falta-lhes tempo.
É muito visível nas sessões de psicoterapia que aquelas pessoas que têm dificuldades em utilizar seu tempo têm as mesmas dificuldades em organizar seus afetos e em valorizar a sua autoestima. Têm dificuldades em dizer não, sentem-se com grande culpa por não poder atender a todos – daí que mal sobra tempo para suas próprias coisas. Um espaço para falar sobre isto sem que se sintam julgados é o que propõe um trabalho psicoterápico, e, em assim agindo, essas pessoas podem tratar do presente de forma que não sejam grandes dependentes do amanhã. Criam a oportunidade de bem viver o hoje, pois, muitas vezes, o futuro é uma ilusão.
César A R de Oliveira
Psicólogo 

terça-feira, 3 de julho de 2018

DISQUE 188: CVV, Como Vai Você?


O mês de junho trouxe uma ótima notícia para Passo Fundo: a da instalação local de um posto do CVV – Centro de Valorização da Vida - entidade não governamental a qual “... realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar sob total sigilo por telefone, e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias”. (Definição constante em seu site). Resultado de um trabalho de abnegados colaboradores do NAVIPAF, Núcleo de Apoio à Vida de Passo Fundo, foi apresentado à comunidade regional bem como a composição da direção do posto local, além da exposição sobre a importância e o trabalho do CVV no Brasil pelo Sr Régis, voluntário responsável por treinamentos a novos voluntários.
Para quem nunca teve o infortúnio de saber que a morte de um familiar ou amigo foi por suicídio, talvez não entenda da importância deste órgão para todos nós; basta dizer que 32 brasileiros perdem a vida diariamente por suicídio enquanto que no mundo ocorre uma morte a cada 40 segundos por esta causa. Enquanto você dedicar uns minutos para a leitura deste texto, cerca de seis mortes por suicídio estarão acontecendo ao mesmo tempo em que dezenas de pessoas terão suas vidas afetadas para sempre. É preciso fazer algo.
Várias são as razões que levam alguém ao suicídio (atitude egoísta que além de nada resolver ainda cria novos problemas) e a depressão é a maior causa no mundo. Uma novela de horário nobre da televisão aborda atualmente esta temática com o personagem Beto, depressivo, preocupado em não mostrar-se frágil ante a doença e que não busca auxílio mesmo passando por um grande sofrimento. Na vida real muitas pessoas sentem vergonha em falar sobre a depressão, pois a veem como fraqueza e não querem ser expostas a isto. O trabalho sério de voluntários (treinados) do CVV oferece um acolhimento inicial prestando a escuta que pode ser crucial para o momento. É claro que isso não substitui uma psicoterapia – e nem é este o propósito – mas propicia um desabafo que pode aliviar a tensão e permitir uma reflexão mais esclarecida. Há muitos mitos envoltos ao tema suicídio e a proibição de divulgação em mídias somente atrapalha. É preciso coragem para falar sobre isto pois não só a depressão tem relação com tais mortes: alguém sentindo-se com vergonha, humilhado, com dificuldades afetivas, sexuais, financeiras, enfim, sob pressão em casa ou no trabalho pode pensar em assim agir. Outra grande bobagem é dizer que quem quer matar-se não avisa... avisa sim, fiquemos atentos! Converse sobre o CVV com seus amigos, conheça-o melhor acessando o site, lendo as informações e divulgando o número de atendimento. Ao discar para o telefone 188 a ligação é direcionada a um atendente em qualquer parte do Brasil e o sigilo e a discrição são atitudes fundamentais para a confiança de quem procura o serviço. Quer ser voluntário? Faça seu cadastro pelo site do Centro de Valorização à Vida, muito em breve haverá um curso de formação de novos voluntários em Passo Fundo. – www.cvv.org.br
Agora que você soube um pouco mais da importância de um trabalho voluntário de escuta como forma de minimizar casos de suicídio, lembre-se de que um atendimento sério de psicoterapia é fundamental para a continuação do acolhimento como forma de apoio ao necessitado e a seus familiares. Valorize a vida, encaminhe seu familiar a um psicólogo, afinal, “Como vai você?”.
César A R de Oliveira

Psicólogo

terça-feira, 5 de junho de 2018

“ - Assistiu ao vídeo que te enviei? - Não! Quer me falar sobre ele?...”

Meus amigos já me ouviram responder desta forma, afinal, não tenho o hábito de assistir a vídeos em smartphone, muito embora, recentemente, tenha passado a dedicar um tempo para isto. Na verdade, a intenção da resposta é a de provocar um diálogo e trocar a virtualidade de um vídeo enviado (e na maioria das vezes de forma impessoal e para vários grupos e contatos, indistintamente) por um instante de conversas, onde opiniões possam ser trocadas - concordadas ou divergidas - mas ali, cara a cara! Não sou avesso às tecnologias, mantenho um site na web, circulo em redes sociais, utilizo de aplicativos, troquei os Cds pelo Spotfy e estou me dando bem com o Kindle já há uns três anos, mas fiquei surpreso com alguns dados recentes (Provokers, Google Brasil e Youtube): 56% dos brasileiros preferem assistir a vídeos pela internet do que pela televisão, e, segundo a pesquisa, nos últimos três anos o consumo de vídeos pela internet cresceu 90,1% enquanto que o da TV manteve-se estagnado.
Mas vou me deter noutra informação apurada: o brasileiro gasta em média 15,4 horas por semana assistindo a vídeos pela internet, o que significa mais de duas horas por dia, todos os dias.... E tem muita gente reclamando de falta de tempo! Então, ao nadar contra a maré assistindo uns poucos vídeos na internet, “ganho” um tempo a mais para outras atividades, além de provocar aos amigos para que falem sobre o que postam e assim interajam mais.
 Tão importante quanto manter-se atualizado nestas tecnologias é saber cultivar boas relações sociais, de amizades, de namoro e principalmente no ambiente da família, mas para tudo isto é preciso tempo. Existe aquela expressão a meu ver ultrapassada de que “tempo é dinheiro”. Melhor seria dizer que isto é uma grande mentira, pois tempo não se acumula, diferentemente do dinheiro. O dia tem 1440 minutos que se vão a cada volta do ponteiro dos segundos, e, fazer mau uso dele é gerar um prejuízo irrecuperável! Na psicoterapia ouço com frequência que a música boa era a “do meu tempo”, que tempo bom era quando se podia brincar na rua até escurecer sem preocupar-se com a violência ou com as drogas.... O meu tempo é hoje, é o agora! Então o que eu fizer nestes minutos limitados que o dia me dá é o que conta, minha felicidade está aqui, neste momento e em minhas mãos.
Então, avalie sobre como você está utilizando sua dádiva, reparta-a com a família, com o trabalho e com os amigos, mas a utilize da melhor forma que puder. Este é um dos preceitos da felicidade, viver o hoje!
César A R de Oliveira

Psicólogo – whats app 99981 6455

quinta-feira, 3 de maio de 2018

FACEBOOKISMO E ESTRESSE



Já escrevi sobre uma pesquisa que indicava que o uso excessivo do Facebook (daí o neologismo facebookismo) deixava as pessoas tristes. Agora, vem da Austrália – Universidade de Queensland - a notícia de que também implica em que usuários do aplicativo apresentem um quadro de estresse acentuado. O grupo de estudos de uma pesquisa foi dividido entre aqueles que mantiveram suas rotinas continuando com o uso diário da rede social e outros que ficaram cinco dias sem poder acessá-la de qualquer forma. Neste interim, foram submetidos a questionários e à medição do nível de hormônio cortisol na saliva; os resultados? Comprovadamente aqueles que ficaram privados do Facebook por apenas cinco dias apresentavam menor índice de estresse, todavia, o grau de infelicidade aumentara. Segundo um dos psiquiatras pesquisadores, a busca inconsciente por reconhecimento e aprovação e as inevitáveis comparações de postagens (“...tô aqui trabalhando e o boa vida lá, em viagem...”p.ex.) foram responsáveis pelo aumento do estresse. Igualmente na Dinamarca, outro estudo com mais de mil participantes também chegou a conclusões semelhantes. 

Todavia, para os internautas que ficaram privados do acesso à rede, a infelicidade por não estar a par do que estava acontecendo gerou um novo termo: FOMO, da abreviatura da frase em inglês “fear of missing out” utilizada para designar a sensação daquele que não sabe dos últimos fatos e acha que está perdendo algo. Agora liguemos o FOMO com a psicologia: querer saber de tudo que está acontecendo em tempos cibernéticos é uma presunção que só pode ser premiada com a insatisfação, a qual somada à ansiedade torna-se um potencial para adoecimento psicológico e para somatizações. Lembrando o ditado popular “...se correr o bicho pega...” qual o mal menor? Permanecer conectado aumentando um eventual quadro de estresse ou desligar-se e com isto sentir-se não pertencente a uma sociedade e ver sua infelicidade aumentada? 

Há poucos dias Mark Zuckerberg (o todo poderoso detentor do Facebook) teve de prestar esclarecimentos frente ao Congresso Norteamericano sobre ações da rede social, mas deixou claro que o seu uso é unicamente da responsabilidade pessoal e que deve ser considerado por cada um sobre o quanto isto interfere em seu bem estar. Sou da opinião de que o problema está na dificuldade de algumas pessoas em perceberem que na virtualidade há muitos sorrisos desbotados e tantos pratos “sem tempero” retocados por filtros de photoshop e que não condizem com a realidade. Vivendo um faz de conta, sofrem quando se deparam com a realidade. 

Considerando que esta forma de viver online veio para ficar, ainda que mudem as redes, o ser humano precisará adaptar-se à modernidade de maneira que faça bom uso ao mesmo tempo em que priorize por sua qualidade de vida. E qualidade de vida está relacionada a estilo de vida, ou seja, ter um tempo para desconectar-se, sentir-se humano, poder conversar pessoalmente, partilhar de momentos de esportes, brincadeiras, passeios, contatos com os outros, ou mesmo, permitir-se à introspecção, compensarão a saúde de maneira que o ponto de equilíbrio para uma boa utilização das redes sociais seja atendido. Acrescente-se que, o contato olho a olho de uma psicoterapia sempre permitirá o que qualquer postagem ou mensagem enviada a alguém não consegue: aproximação e afetividade. 





César A R de Oliveira 

Psicólogo – whats app 999 81 64 55

sábado, 31 de março de 2018

O EXEMPLO DE STEPHEN HAWKING

       Pois o mês de março registrou a morte do físico inglês que deixou um grande legado para a ciência. Acredito que a maioria das pessoas, assim como eu, tiveram a atenção voltada para o “pequenino” muito mais pelo exemplo de superação a uma grave doença degenerativa cujo diagnóstico de sobrevida era de dois anos (mas que resultaram em outros cinquenta e cinco de muita produtividade), do que por sua contribuição à física.
        O filme “A teoria da tudo” - inspirado em sua autobiografia - dá uma real noção de como um jovem inteligente passa a sentir os efeitos da perda de suas funções motoras e da fala, e, a partir dos 21 anos de idade decai a uma condição de absoluta dependência, todavia, com sua mente permanecendo altamente produtiva. Tamanhas dificuldades que transformaram radicalmente sua vida não o impediram de casar-se, ter três filhos e a continuar seu trabalho produzindo sua teoria.
     Quero agora ligar esta lição de vida a assuntos que com frequência percebo nas sessões de psicoterapia. Algumas pessoas, de posse de todas as funções físicas e mentais, com recursos de família, de trabalho e de amigos, por vezes, esbarram em dificuldades que as imobilizam de tal forma que seguir a vida torna-se um grande desafio. Relacionamentos amorosos complicados, dificuldades financeiras, problemas em família ou no trabalho, desmotivações de toda a ordem acabam por adoecer muitas destas pessoas limitando-as.
     Em uma bela canção ouvimos: “Cada um de nós compõe a sua história, cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz...” e é desta forma que penso, pois temos o direito à felicidade, ainda que com muito trabalho. Um mesmo fato que pode derrubar alguém pode servir de impulsionador para outro; a doença que leva um à condição de vítima leva àquele que a supera a agradecê-la por oportunizar seu crescimento. Somos diferentes em nossas atitudes justamente por que alguns descobrem em si recursos e/ou formas de enfrentamento das dificuldades, enquanto outros não. Aqui, partimos para algo que efetivamente pode propiciar uma psicoterapia bem encaminhada: o autoconhecimento. Ao conhecermos nossas potencialidades fica mais fácil avaliar sobre o quanto podemos fazer ou então, sobre o que precisamos aprender para tal.
   Acredito que a extrema dificuldade enfrentada por Stephen Hawking e a sua não aceitação – não à doença, mas para a condição de “coitado” – foi a grande motivação para que pudesse realizar tanto, e, mesmo nós que não temos afinidades com a física, podemos agradecê-lo pelo exemplo de coragem, determinação e tantos outros adjetivos que o deixarão marcado na história da humanidade. Mais de meio século preso a uma cadeira de rodas e a um corpo não o impossibilitaram de expandir-se mentalmente pelo universo que tanto estudava. “Sem imperfeição, eu e você não existiríamos”, dizia.
                                                            César A R de Oliveira

sexta-feira, 2 de março de 2018

A Virtude da Raiva

Dias depois de ter escrito o artigo anterior sobre emoções, acabo de ler um livro recentemente lançado cujo título pego emprestado para este texto*; O livro foi escrito por Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, e traz reflexões das lembranças de um breve período em que ele, quando criança, acompanhou durante dois anos o avô em suas atividades na Índia. Com o subtítulo de “...lições espirituais de meu avô” é possível emocionar-se com a simplicidade da mensagem daquele que foi um grande pacifista no século passado (cinco indicações ao Prêmio Nobel da Paz sem jamais tê-lo recebido), inspirador de Marthin Luther King e Nelson Mandela, e responsável por trazer a dignidade a milhares de pessoas na Índia e no mundo.
Quando as pessoas nos procuram para a psicoterapia está quase sempre implícito o pedido para auxiliar a extirpar ou a amenizar um sofrimento, às vezes, um apelo para a paz interior. Em algumas ocasiões a queixa está voltada à insatisfação num relacionamento, por outras diz respeito ao emprego, às dificuldades da situação financeira, dentre tantas. Mas o que fazer ante tantos e diversos problemas que, convenhamos, “dá raiva” só de pensar?
Raiva é uma das emoções básicas que é muito reprimida. Desde cedo ouvimos que devemos controlar a raiva, que ela é um sentimento ruim, que não devemos ser raivosos. Raiva é tão inato quanto alegria e medo, mas assim como a tristeza (outro sentimento que, dizem, devemos ter cuidado em não manifestá-lo) não é bem visto.  Gandhi, numa conversa com seu neto - que com frequência brigava com outras crianças na rua - lhe disse: “Use a raiva para o bem. A raiva, para as pessoas, é como o combustível para o automóvel. Ela nos dá alegria para seguir em frente e chegar a um lugar melhor. Sem ela não teríamos motivação para enfrentar os desafios. A raiva é uma energia que nos impele a definir o que é justo e o que não é.”
Gosto do conceito de raiva como energia, pois a apatia, o desânimo ou a passividade diante de um obstáculo, nada mais são do que total falta de disposição para o enfrentamento. Então, considerando a raiva como uma forma de energia, que a aproveitemos de maneira positiva e a nos auxiliar a sair das situações de sofrimentos; que seja a força da qual necessitamos!
O domínio da utilização da energia do raio lazer pode se prestar à cura, ao progresso, porém, mal manipulado, torna-se arma poderosa e avassaladora. Igualmente, para utilizarmos nosso poder interior é que surge a necessidade de autoconhecimento: quanto mais soubermos sobre nós, melhor poderemos empregar a energia da raiva em prol de nosso crescimento pessoal.  Daí a importância de Gandhi em nos ensinar que é possível encontrarmos virtude na raiva, sua caminhada pela paz foi a de não revidar com violência, foi um exemplo de atitudes sensatas e inteligentes. Com atitudes serenas e equilibradas estaremos muito próximos de conciliar emoção e razão, e, com isto, o convívio com familiares, amigos e colegas de trabalho poderá ser mais harmonioso.
É claro que as atribulações de Gandhi foram muitas, ele sofreu humilhações, foi preso arbitrariamente e morreu assassinado por defender a Paz. Simbolicamente, encontraremos muitas dificuldades em nós mesmos ao tentarmos este crescimento, mas não devemos esmorecer, todos temos virtudes, basta utilizarmo-las.

César A R de Oliveira

Psicólogo – whats app 99981 64 55